Punto T-Jet, esportivo de verdade



O ano de 2009 vai começar acelerado, apesar da crise. A Fiat deve lançar em janeiro (se atrasar, fica pra março, no máximo) a versão T-Jet do Punto, mostrada no Salão do Automóvel. Será o retorno de um verdadeiro compacto esportivo ao mercado, o que não vemos desde a época de Gol GTI 2.0 16V e Uno 1.4 Turbo.
Equipado com o mesmo motor 1.4 16V turbo do Linea, com 152 cv de potência e 21,1 kgfm de torque logo a 2.250 rpm, o hatch deverá acelerar de 0 a 100 km/h em cerca de 8,5 segundos e romperá a barreira dos 200 km/h de máxima. O turbo IHI RFH3, que opera com 1,0 bar de pressão, é de baixa inércia, ou seja, tem “pegada” desde baixas rotações, o que diminui o turbo lag — aquele famoso “vazio” que existe até o turbo encher.



Para combinar com o motor forte, o Punto T-jet vem vestido para matar: ganhou rodas aro 17” com pneus 205/50 e os apliques pretos nos pára-lamas, como a versão Abarth européia. A saída de escape é dupla. No interior, o T-jet se destaca pelo painel, que tem uma faixa na cor da carroceria, e pelo grafismo dos instrumentos, mais esportivo que nos Punto normais. Os bancos também mudam, com abas mais pronunciadas para prender o corpo nas curvas. A pedaleira imita alumínio e o pomo do câmbio é mais encorpado.





O T-jet será o modelo topo de linha do Punto, com preço ao redor dos R$ 65 mil. No lançamento do Linea, na pista da fazenda Capuava, no interior de São Paulo, pude acelerar o protótipo do Punto turbo e garanto: o carro anda na cola do Civic Si e do Golf GTI. E a suspensão 15% mais rígida garante estabilidade de sobra nas curvas. Quem curte esportivos de verdade (e não SS, R e GT’s da vida) vai gostar. E você, o que acha do Punto T-Jet?

Voyage chega, finalmente.



O estilo da traseira é discreto. A equipe de design da VW tinha como meta não deixar que a altura da tampa ultrapassasse a linha dos vidros laterais. O visual sóbrio, porém, esconde uma boa solução: a tampa tem abertura elétrica, e sobe sozinha. Pode ser acionada pelo botão no painel ou pela chave (do tipo canivete), conforme a versão. Parte da tampa é revestida internamente, e tem apoios para as mãos.


Em relação ao hatch, o sedã ganhou 33 centímetros, elevando o comprimento para 4,23 metros. Para compensar o aumento de 36 quilos no peso, o eixo traseiro foi reforçado. O Voyage chega com duas opções de motor (1.0 e 1.6) e três de acabamento: básico, Trend e Comfortline. Os preços só serão divulgados na noite desta quarta-feira, durante o lançamento à imprensa. Estima-se que o 1.0 básico deverá custar cerca de R$ 31 mil. A 1.6 deverá ficar na faixa de R$ 35 mil.

Golf GTI

VW divulga as primeiras imagens e informações da versão esportiva do hatch

A cada nova geração do Golf, uma nova versão esportiva GTI. Com a sexta cria da prole não foi diferente. No papel, este é o Golf GTI mais poderoso de todos os tempos. Seu motor é o conhecido 2.0 turbo da Volkswagen, mas ajustes no coletor de ar e mudanças na injeção de combustível elevaram sua potência para 211 cv. Segundo o fabricante, a prova dos 0 a 100 km/h é cumprida em 7,2 segundos, enquanto a velocidade máxima é de 239 km/h. Nunca um GTI foi tão rápido.



O visual segue o padrão GTI, com saias laterais, spoilers frontal e traseiro, aerofólio e a tradicional grade dianteira com a moldura vermelha e o logotipo da série. As rodas aro 18” lembram as da geração anterior. O interior é típico das versões GTI da VW na Europa, com bancos tipo concha com tecido de textura quadriculada, volante revestido de couro com base achatada e pedaleiras de alumínio.





Outra novidade no Golf GTI é o sistema ACC (controle adaptativo de chassi), que mantém o carro mais estável em situações de uso extremo. O equipamento faz parte do pacote XDS da nova versão esportiva do hatch. A estréia do modelo ocorre no Salão de Paris.







Segundo a Volkswagen, as novidades estreadas na sexta geração do Golf GTI serão empregadas nos demais modelos esportivos da marca, como o Polo, e mais futuramente, no Scirocco, que receberá um fôlego extra e tratamento visual. As vendas do modelo esportivo do Golf na Europa começam em março de 2009, no entanto, ainda não foram divulgados os preços do modelo.

Peugeot: Conceito Prologue estará em Paris


Aproveitando os holofotes do Salão de Paris, a Peugeot levará para a mostra o carro conceito Prologue, uma espécie de versão monovolume do 308. A marca do leão ainda não confirma, mas a imprensa européia aposta que o modelo pode começar a ser vendido já em 2009, entrando na concorrência do segmento com os renovados Renault Scénic e Seat Altea.



A Peugeot ainda não divulgou muitas informações sobre seu protótipo familiar, mas afirma que a versão que estará exposta possui um conjunto motriz híbrido de 200 cv que emite 109 g/km de CO2. A marca não confirma, mas também é esperada a apresentação de uma versão com motor a diesel do Prologue.


Enfim o Chevrolet VOLT


No dia em quem comemora os 100 anos de fundação, a General Motors apresentou sua aposta para o futuro – do automóvel e, claro, da própria empresa. Trata-se da versão de produção do Volt, o carro elétrico que a marca pretende montar em série a partir do primeiro trimestre de 2011. O veículo foi mostrado hoje pela manhã em um evento que reuniu funcionários, por videoconferência, vários países estratégicos para a marca, como Rússia, Coréia, África do Sul, Brasil e Índia. O encerramento ficou por conta de um discurso do presidente da GM Rick Wagoner, que jogou no Volt a responsabilidade do futuro do automóvel e da empresa: "Revelar este carro é uma ótima maneira de abrir nosso segundo século", disse diretamente de Detroit (EUA).



Com belo design, o Volt (que estará no Salão do Automóvel de São Paulo) utiliza eletricidade como forma de propulsão. Em percursos de até 64 quilômetros (40 milhas), o carro é movido somente com a energia armazenada no pacote de bateria com 220 células de lítio-íon de 16 kWh. Quando esta energia termina, um gerador de motor de combustão movido a E85 (etanol com 15% de gasolina) passa a fornecer a eletricidade que alimentará a unidade de tração elétrica. O carregamento da bateria segue o mesmo princípio de equipamento eletrônico, como o telefone celular: basta ligar o cabo em um tomada comum em casa, no escritório ou na garagem. A carga fica completa em três, dando novamente ao Volt autonomia de 64 quilômetros.







Esta distância foi definida como padrão, segundo a GM, por dois motivos. O primeiro, a própria limitação da capacidade da bateria. O segundo pela pesquisa feita nos Estados Unidos, que concluiu que 78% das pessoas percorrem esta distância diariamente para ir de casa ao trabalho e retornar. A GM divulga que o pacote de bateria do Volt produz potência de 150 cavalos e torque de 37,7 kgfm. A velocidade máxima é 160 km/h. O carro mede 4,40 m de comprimento (mesmo tamanho da picape Fiat Strada) e 1,79 m de largura. O porta-malas comporta 301 litros.

BMW M3 2009


A BMW mostrou na Europa a versão 2009 de um de seus esportivos mais cobiçados, o M3. Para enfrentar seus concorrentes no próximo ano, o modelo passou por um facelift discreto, que mudou pouco o seu visual com apelo esportivo. O capô ficou com linhas mais pronunciadas, o que deu um maior destaque às duas grades tradicionais da montadora alemã. Os spoilers laterais também acompanharam a mudança e estão mais vistosos.



Na traseira, o visual permaneceu praticamente intacto, com discretas mudanças no difusor de ar no inferior do pára-choque e também no aerofólio que vai sobre a tampa. As demais alterações concentram-se no interior. Velocímetro e conta-giros ganharam novo aro prateado, também mais vistoso em relação àquele utilizado pelos modelos anteriores.





Os bancos de couro ganharam novas opções de cor para revestimento, como, por exemplo, o vermelho, visto nas fotos. A última modificação veio no sistema iDrive, criticado por muitas vezes por parte da imprensa mundial por ser complicado até mesmo para a sintonia de uma estação de rádio. Agora, tudo está mais simples no M3. Deve-se destacar que o motor V8 4.0 permanece sob o capô do BMW, com seus incríveis 420 cv de potência e 40,8 kgfm de torque.

Enfim, o Novo Honda City



Após o aparecimento de fotos clandestinas e a divulgação de um anúncio de televisão, a Honda finalmente apresenta o City, um sedã compacto (na verdade, quase um médio,com seus 4,39 m de comprimento) feito sobre a plataforma do novo Fit.


Lançado primeiramente na Tailândia, o modelo promete preços razoáveis e chega com design moderno tanto por fora quanto por dentro. Na carroceria, é clara a inspiração no Civic, mas também há um toque de BMW Série 3 na traseira. Por dentro, o Civic novamente serviu de fonte, como pode se observar pelo painel e pelo volante esportivo, de três raios. O acabamento interno é bicolor e, ao menos na versão topo-de-linha, a parte central do painel é pintada de prata. O quadro de instrumentos é analógico e tem iluminação alaranjada.



As imagens mostram duas versões: uma mais simples (azul) e uma mais sofisticada, com rodas mais esportivas, faróis de neblina e repetidores de seta nos retrovisores. No entanto, a Honda divulgou que haverá apenas uma opção de motor, o 1.5 i-VTEC de 120 cv, associado a um câmbio manual ou automático, sempre de cinco marchas. No carro flagrado semanas atrás, inclusive, era possível notar as borboletas atrás do volante para as mudanças manuais de marcha do modelo automático.


O City começa a ser fabricado na Argentina em 2009, na fábrica de Campana, e chega ao Brasil no final do próximo ano. O motor será flex e seu posicionamento de preço ficará entre o novo Fit e o Civic LXS manual, que atualmente custa R$ 65.460.

Audi A3


A Audi jamais foi uma das montadoras mais populares dos Estados Unidos. Se em grande parte do mundo a marca das quatro argolas é sinônimo de luxo, o mesmo não acontece naquele país, acostumado com os sedãs de grande proporções fabricados na terra do Tio Sam. Porém, com a crise causada pelo alto preço do petróleo, a situação pode mudar rapidamente. O novo A3 é a grande cartada na tentativa de conquistar o coração dos motoristas norte-americanos. Com itens dignos de categorias superiores e um visual moderno, o hatchback deve disputar a preferência do consumidor com dois tradicionais concorrentes europeus, o BMW Série 1 e o Volvo C30.


O design é um dos principais destaques do modelo. A reestilização promovida no carro, lançado em 2003 na Europa, aproximou suas linhas de seus irmãos mais novos, como o A4 e o A6. Os faróis com LEDs e as lanternas com luzes de sinalização retangulares dão um toque de requinte ao hatch e remetem ao visual do superesportivo R8. Internamente, porém, as mudanças foram mais sutis. A textura aplicada no console central e nas saídas de ar na cor prata simulam alumínio, o teto solar panorâmico e os bancos esportivos revestidos em couro compõem o pacote oferecido para a América do Norte.


A tecnologia também é destaque no A3. A montadora alemã equipou o carro com um sistema de absorção de impacto, batizado de Audi Dynamic Ride. Ao escolher entre os modos “Normal” e “Sport”, a eletrônica se encarrega Serão oferecidas duas versões para o mercado norte-americano. A configuração mais simples conta com um motor 2.0 com turbocompressor, câmbio manual de seis marchas e injeção direta de combustível, capaz de gerar 200 cv.


Já o modelo topo-de-linha será vendido apenas com o propulsor 3.2 com seis cilindros em “V” – de 250 cv de potência – e transmissão S-Tronic de dupla embreagem, que agiliza as trocas de marcha. A tração integral quattro também é oferecida como item de série no V6 e opcionalmente no 2.0.

Nos Estados Unidos, o Audi A3 2.0 TFSI estará disponível apenas com a carroceria de cinco-portas (conhecida como Sportback) e poderá ser comprado por US$ 26.920 – algo em torno de R$ 46.248 –, enquanto que o 3.2 V6 será comercializado por US$ 36.975, ou aproximadamente R$ 63.523.